Qual é o cachet?
Depende do formato, da distância e do tipo de evento. O concerto a solo é naturalmente o mais acessível; a banda implica mais músicos e transporte. Peça uma proposta e recebe um valor fechado para o concerto.
Onde é que atua?
Em todo o Portugal continental. A partir de Cantanhede, o Centro e a Grande Lisboa são deslocações correntes. Para distâncias maiores acrescem despesas de deslocação e, quando aplicável, alojamento.
É preciso ter som no espaço?
Não necessariamente. Em salas até cerca de oitenta pessoas o concerto a solo pode fazer-se com um sistema simples, que ele próprio transporta. Para os formatos em duo e banda, a ficha técnica é enviada com a proposta.
Com quanta antecedência devo reservar?
O ideal é um a dois meses. Para datas de verão e programações municipais, quanto mais cedo melhor — julho e agosto enchem depressa.
Passa recibo?
Sim. Trabalha como músico autor a título individual e emite fatura-recibo do cachet acordado.
Quem trata dos direitos de autor?
A licença de execução pública é pedida à SPA por quem organiza o evento e não está incluída no cachet. Com a proposta segue a lista do repertório — título e autor de cada tema, os dele e os de outros autores — que é o que a declaração precisa. Se o alinhamento mudar até à data, recebe a lista atualizada.
Faz também sessões em escolas?
Sim. O formato showcase adapta-se a contexto escolar como aula aberta sobre composição, autoedição e o que é viver da música independente em Portugal.